Senhores do Crime

Senhores do Crime (Eastern Promisses, EUA 2007).
Direção: David Cronenberg
Com: Viggo Mortensen, Naomi Watts e Vincent Cassel.
Continuando os indicados ao Oscar...
Estou sempre me preparando para assistir Marcas da Violência, pois marca a primeira parceria de David Cronenberg e Viggo Mortensen. Depois de assistir Senhores do Crime, ver o filme acima citado é praticamente uma obrigação!
O que essa história conta não é nenhuma novidade. O filme mostra os negócios sujos da máfia em uma grande cidade. O que muda aqui é que a máfia é russa e a cidade é Londres. Parece que só trocaram os nomes e endereços, mas não se engane. Aprendemos que cada bandido é cruel a sua maneira. Nessa imersão no submundo de prostituição infantil, tradições e mortes cruéis, a força das imagens fica à mercê das interpretações. O que, neste caso é um trunfo do filme.
Viggo Mortensen está irreconhecível como o motorista e capanga de um poderoso mafioso. Sua atuação foi a única razão para o filme aparecer no Oscar. Mais uma dessas injustiças da academia. Naomi Watts está bem no papel da parteira de um hospital que atende uma menina que morre ao dar à luz ao filho, trazendo à tona um diário com segredos sujos dos criminosos russos. Vincent Cassel brilha com seu Kirill e até esquecemos que ele é francês.
Sempre me importei em como a violência pode ser mostrada na tela e, tomando os devidos cuidados, ela é mostrada aqui com realismo que dá angústia. A já famosa seqüência de luta em uma sauna te deixa tenso e grudado na cadeira. O filme ainda consegue surpreender quando todos acham que já sacaram tudo.
Indico para os fãs de Martin Scorsese e de bons filmes da máfia.
Direção: David Cronenberg
Com: Viggo Mortensen, Naomi Watts e Vincent Cassel.
Continuando os indicados ao Oscar...
Estou sempre me preparando para assistir Marcas da Violência, pois marca a primeira parceria de David Cronenberg e Viggo Mortensen. Depois de assistir Senhores do Crime, ver o filme acima citado é praticamente uma obrigação!
O que essa história conta não é nenhuma novidade. O filme mostra os negócios sujos da máfia em uma grande cidade. O que muda aqui é que a máfia é russa e a cidade é Londres. Parece que só trocaram os nomes e endereços, mas não se engane. Aprendemos que cada bandido é cruel a sua maneira. Nessa imersão no submundo de prostituição infantil, tradições e mortes cruéis, a força das imagens fica à mercê das interpretações. O que, neste caso é um trunfo do filme.
Viggo Mortensen está irreconhecível como o motorista e capanga de um poderoso mafioso. Sua atuação foi a única razão para o filme aparecer no Oscar. Mais uma dessas injustiças da academia. Naomi Watts está bem no papel da parteira de um hospital que atende uma menina que morre ao dar à luz ao filho, trazendo à tona um diário com segredos sujos dos criminosos russos. Vincent Cassel brilha com seu Kirill e até esquecemos que ele é francês.
Sempre me importei em como a violência pode ser mostrada na tela e, tomando os devidos cuidados, ela é mostrada aqui com realismo que dá angústia. A já famosa seqüência de luta em uma sauna te deixa tenso e grudado na cadeira. O filme ainda consegue surpreender quando todos acham que já sacaram tudo.
Indico para os fãs de Martin Scorsese e de bons filmes da máfia.


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